Brincadeira tem que ter hora na vida da criança


Isabella Bonisolo

Bonecas, jogos, bola e blocos de montar. Ou você era do tipo que preferia pique-esconde, amarelinha e pipa? Não importa. O que essas e muitas outras brincadeiras fizeram por você, talvez seja muito mais do que você imagina. Através de atividades lúdicas, a criança tem a oportunidade de desenvolver-se em diversos planos: psicomotor, lingüístico, cognitivo, moral, afetivo, entre outros.

Nos primeiros 18 meses de vida, os jogos são de exercício. Os bebês, em movimentos repetidos, se auto-reconhecem. “As maiores aquisições da criança são obtidas através da brincadeira. Através disso, ela vai se conhecendo e se constituindo como sujeito humano. Quanto mais nova a criança, maior a necessidade de brincadeiras com movimento, para ela apreender o mundo exterior e os objetos no seu entorno”, declara Lílian Ulup, coordenadora técnica da Divisão de Psicologia Aplicada do Instituto de Psicologia da UFRJ.

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