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Autonomia do aluno: uma preocupação da escola?

Autonomia do aluno: uma preocupação da escola?

Luciana Lima de Albuquerque da Veiga
Doutoranda em Educação em Ciências e Saúde
Núcleo de Tecnologia para a Saúde (NUTES)
Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Prof. Mauricio A. P. Peixoto
Doutor em Medicina, FM – UFRJ
Professor Associado do Laboratório de Currículo e Ensino
Núcleo de Tecnologia para a Saúde (NUTES)
Universidade Federal do Rio de Janeiro

Já é sabido que aprender não é linear. Portanto utilizar estratégias de ensino que vão além do famoso “cuspe e giz” faz toda a diferença para a formação dos alunos. A apropriação do conhecimento é um ato particular e interno, e cada um tem a sua melhor forma de fazê-lo.

O problema é quem nem sempre a escola trabalha de forma a respeitar essa individualidade, e as aulas são baseadas de forma única para todos os alunos de uma turma, e até mesmo, da escola inteira.

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Pra começo de conversa, esse modelo de ensino pautado na transmissão de conhecimento é um modelo que já está ultrapassado. Atualmente vivemos uma sociedade que pode ser considerada como sociedade da informação (POZO, 2004), ou seja, a informação faz parte da nossa rotina 24 horas por dia, algo impensável anos atrás.

Desta forma, o ensino praticado em nossas salas de aula deve acompanhar essas mudanças que ocorreram na sociedade, em especial em se tratando da necessidade de formar cidadãos capazes de fazer a leitura de mundo crítica, transformar em conhecimento esse repertório de informações. Ainda mais, importa estimular sua autonomia favorecendo procedimentos e atitudes focadas na possibilidade de escolha pessoal sobre o destino destas informações, seja no seu aproveitamento seja no seu descarte.

Nesse sentido surge a questão da busca da autonomia do aluno. A autonomia é um termo conceituado em várias áreas disciplinares, e significa capacidade que uma pessoa tem para tomar decisões não forçadas e baseadas em suas informações disponíveis.

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Mas como possibilitar o aluno ser mais autônomo e reflexivo em sala de aula? Com certeza não é uma tarefa fácil, ainda mais quando pensamos que essa proposta de ensino tem como cerne o rompimento de um modelo de educação ultrapassado que vigora a muitos anos, impregnado na nossa sociedade, seja por meio das escolas, professores e  mesmo na mente dos alunos e responsáveis.

Pensar a educação para autonomia do aluno é pensar em educá-lo para toda a vida, tornando o aprendizado uma tarefa menos dolorosa e mais prazerosa.

O aluno deve compreender que ele é parte principal dessa tarefa, e que depende muito dele o sucesso do seu aprendizado e de tudo que ele pode contribuir para sua vida não só não só acadêmica como também pessoal.

Eduardo Valladares no site Projeto Colabora (veja links no final desse post), descreva essa necessidade do aluno entender a sua responsabilidade no processo de aprendizado, ele cita um pequeno trecho da obra de Rubem Alves:

“É fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencê-la a beber a água…”. De fato: se a égua não estiver com sede, ela não beberá água por mais que o seu dono a obrigue. Mas, se estiver com sede, ela, por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até o ribeirão. Aplicado à educação: “É fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender”. 

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              Alguns sites tem trabalhado esse tema, buscando promover o desenvolvimento da autonomia aluno e sua afetividade para as questões do estudo.

              Se tiver interesse acesse os links abaixo. Se preferir deixe seus comentários e contribuições!

1) BORA ESTUDAR MELHOR?

https://projetocolabora.com.br/educacao/bora-estudar-melhor/

2) A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA EM SALA DE AULA: O DESAFIO DA MUDANÇA

http://educacao.faber-castell.com.br/professores/trocando-ideias/a-construcao-da-autonomia-em-sala-de-aula-o-desafio-da-mudanca/

 3) PENSAMENTO VISUAL DESENVOLVE AUTONOMIA DO ALUNO:

http://info.geekie.com.br/pensamento-visual/

4) ADEUS, ENSINO TRADICIONAL: POR QUE APRENDER NÃO É LINEAR

http://info.geekie.com.br/adeus-ensino-tradicional/

Intolerância alimentar: o que a dosagem de IgG específica para alimentos tem a ver com isso?

A resposta direta e objetiva é: NADA.

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No entanto, vemos que na prática clínica de muitos profissionais da saúde este exame vem sendo solicitado. Então é importante que você aprenda a não cometer este erro. Mas é igualmente importante que você entenda o porquê.

Quando falamos de intolerância a algum alimento, estamos nos referindo a sintomas, na maioria das vezes gastrointestinais, que aparecem após a ingestão de algum alimento. Trata-se de um problema metabólico, relacionado à digestão do alimento. Muitos sintomas, alguns bastante subjetivos, não relacionados ao tubo digestivo têm sido associados à ingestão de alimentos, sem que haja real comprovação de uma relação de causa-efeito.

A intolerância mais comum é aquela à lactose, o açúcar do leite. Pessoas que tem pouca ou nenhuma lactase (a enzima que quebra a lactose) nas vilosidades da mucosa gastrointestinal, quando ingerem leite ou produtos derivados do leite, não conseguem digerir este açúcar que, portanto, é pouco absorvido e permanece dentro do tubo digestivo. A permanência da lactose dentro da luz intestinal promove aumento da osmolaridade local, com retenção de água e eletrólitos, provocando diarreia. Além disto, quando este açúcar chega ao cólon, é fermentado por bactérias da flora intestinal, provocando distensão abdominal, desconforto abdominal/dor, acidificação das fezes e consequentemente assaduras.

O sistema imunológico, portanto, não tem nada a ver com isso.

As reações a alimentos que envolvem o sistema imune constituem quadros de alergia alimentar, que possuem apresentações clínicas diversas, com sintomas gastrointestinais, mas também cutâneos e respiratórios, tais como urticária, angioedema, dermatite atópica, colite, esofagite e broncoespasmo. O mecanismo imunológico envolvido pode estar relacionado à produção de IgE ou células (linfócitos). O envolvimento de IgG não está comprovado em quadros de alergia alimentar.

O quadro de alergia alimentar de maior mortalidade é a anafilaxia, uma reação sistêmica, aguda, mediada por IgE, com sintomas cutâneos, respiratórios, gastrointestinais, neurológicos e cardiovasculares.

A dosagem de IgG específica para alimentos, portanto, carece de significado clínico até o presente momento e não deve ser solicitada! Seu significado é desconhecido em casos nos quais os sinais e sintomas direcionam para a suspeita de alergia alimentar. Em casos em que sinais e sintomas não caracterizam alergia alimentar, mas uma possível intolerância ao alimento ou nem mesmo isso, procurar um componente imunológico não faz qualquer sentido.

Exames complementares são importantes na prática clínica, mas é necessário indica-los com critério. Antes de solicitar um exame é fundamental se perguntar: o que espero encontrar como resultado? Este resultado fará alguma diferença nas decisões que vou tomar sobre como conduzir a situação? O custo do exame é justificável diante dos benefícios que o resultado trará? A história e o exame físico completos devem ser sempre a prioridade, por isto os exames são chamados COMPLEMENTARES!

Para saber mais (leitores não médicos):

http://emais.estadao.com.br/noticias/bem-estar,alergias-e-intolerancias-alimentares-confundem-portadores-e-provocam-deficit-nutricional,1707483

Para saber mais (estudantes de medicina):

Kloetzel K. Usos e abusos de exame complementar. Diagn Tratamento. 2001;6(4):19-27.

Para se concentrar no estudo? Desespere-se!

Para se concentrar no estudo? Desespere-se!

Para se concentrar no estudo? Desespere-se! Pelo menos é isto o que recomenda Huzaifa Bukhari, adolescente paquistanês. Veja o que ele postou:

Imagem centrlEle faz uma lista de 4 itens que começa assim:

“ Eu direi exatamente como estudar para obter um A +

  1. Aumente sua tensão

Muitas pessoas não recomendariam isso, mas funciona para mim já a 10 anos. Aqui está a minha teoria, se você não está preocupado com alguma coisa, você nunca poderá dar o seu melhor naquilo. O simples é que, se você não está preocupado com seus exames, você nunca terá a vontade de estudar. Se você não tem a vontade, então você vai tratar de estudar como uma tarefa. Você não ficará tão interessado em estudar, então você não terá nenhuma concentração durante o estudo.”

(uma das respostas em: https://www.quora.com/How-can-we-completely-concentrate-while-studying)

seven-daysIsto não é algo que eu recomendaria a vocês. Um mínimo de tensão até ajuda a te deixar alerta. Mas quando ela aumenta te atrapalha e pode até te paralisar. Você fica feito barata tonta, andando de um lado para outro, fazendo muita coisa mas produzindo quase nada.

Quer saber mais o que NÃO fazer. Veja a minha lista de 13 erros, e veja quais são aqueles que você comete :

  • Você fica concentrando-se em coisas que vão além do seu controle.
  • Estuda porque é um dever.
  • Estuda sem definir o objetivo claro.
  • Utiliza sempre a mesma forma para estudar.
  • Imita a forma que outras pessoas estudam.
  • Estuda no seu pior momento.
  • Não se preocupa em escolher um local para estudar.
  • “Vira” a noite e estuda como um louco, sem parar.
  • Você termina os estudos e não reflete em relação ao conteúdo que foi estudado.
  • Tem uma visão equivocada do que é “estudar” e se “concentrar”.
  • Sem vida social.
  • Estou estudando e não tenho tempo para atividades físicas.
  • Come mal.

Entendeu tudo ou quer saber mais?  Veja o nosso próximo post ! Ok?

https://oaprendizemsaude.wordpress.com/2017/12/20/o-que-nao-fazer-para-se-concentrar-nos-estudos

Ah! Comentários são bem vindos…

O que não fazer para se concentrar nos estudos?

O que não fazer para se concentrar nos estudos?

Luciana Lima de Albuquerque da Veiga
Doutoranda em Educação em Ciências e Saúde
Núcleo de Tecnologia para a Saúde (NUTES)
Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Prof. Mauricio A. P. Peixoto
Doutor em Medicina, FM – UFRJ
Professor Associado do Laboratório de Currículo e Ensino
Núcleo de Tecnologia para a Saúde (NUTES)
Universidade Federal do Rio de Janeiro

Manter o foco em qualquer tipo de atividade é muito difícil, principalmente se o assunto for os estudos. Sem falar na facilidade de se dispersa, ainda mais quando pensamos em coisas mais instigantes do que os estudos, como por exemplo ficar navegando nas redes sociais. Mas calma! Não se desespere, existem formas para você conseguir a concentração que precisa para os seus estudos, e se dar bem naquela prova final, ou estudar toda a bibliografia daquele tão sonhado concurso que você irá fazer.

Mas como obter essa concentração desejada?

A resposta para essa pergunta é outra pergunta: O que você não deve fazer para perder a concentração nos estudos? Portanto, pense nas situações listadas abaixo, e faça uma reflexão daquilo que você tem feito em relação aos seus estudos. Você pode estar fazendo além daquilo que deveria, pois nesse caso menos é mais!

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A seguir listamos 13 coisas que você NÃO DEVE FAZER para ter a tão sonhada concentração nos estudos:

1. Você fica concentra-se em coisas que vão além do seu controle:

Não perca tempo com aquilo que não vai dar mais tempo de estudar. Foque nos conteúdos que estão bem mais esclarecidos para você, ou que você tem certeza que poderão estar na prova que você vai fazer. Não adianta olhar para uma pilha de livros, arquivos, apostilas e se desesperar. Priorize e siga adiante!

2. Estuda porque é um dever, a única opção que você tema fazer:

Infelizmente quando você estuda pensando que o faz por ser um mal necessário, isto te dificulta muito mais a se apropriar do conhecimento que este estudo pode gerar. Portanto, quando você muda a sua atitude para que o ato de estudar seja mais prazeroso e não uma obrigação, a mudança para o aprendizado pode te render bons frutos em relação a concentração e aos resultados que você deseja obter com esse estudo.

3. Estuda sem definir o objetivo claro:

Você tem aquele monte de livros na sua frente, não sabe nem por onde começar e no fundo nem para que você deve estudar. Mas então, como diria o gato risonho de Alice no país das maravilhas, então qualquer caminho serve!

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Errado! Neste caso, você precisa ter bem definido o que vai estudar. Quais as questões que você deseja responder, qual o conhecimento que você precisa adquirir. Isso te facilitará a se concentrar para obter as repostas que traçou no início dos estudos e a obter sucesso.

4. Utiliza sempre a mesma forma para estudar:

Aprender requer diferentes habilidades, e para isto é importante usar diferentes estratégias de forma a privilegiar novas formas de aprendizado, tornando mais estimulante, criativo e eficaz.

Existem diferentes ferramentas que podem te auxiliar nessa busca da concentração e da disciplina com os estudos, além de facilitar o aprendizado. Dentre as muitas ferramentas temos os mapas conceituais, os questionários, os flash cards, além de uma boa conversa com outros colegas de classe. Escutar a opinião do outro em relação aos conteúdos a serem estudados pode ser uma boa forma de aprende, o importante é que você inove, tente e desenvolva diferentes métodos e veja como tudo isto poderá te ajudar com a difícil tarefa de estudar.

5. Imita a forma que outras pessoas estudam:

Não adianta você copiar aquele amigo que é mega esforçado e sempre se dá bem na faculdade! Lembre-se que cada um aprende de uma forma. Portanto descubra qual é a melhor forma para você aprender. Nessa busca pela melhor forma, descubra se você é mais visual, auditivo ou cinestésico? Isso faz toda a diferença, pois se você é mais visual, a leitura de um livro vai funcionar, mas se você for mais auditivo será necessário um áudio, um vídeo para que você aprenda com mais facilidade.

6. Estuda no seu pior momento:

Não tenha dúvida que para estudar você precisa estar bem. Nem adianta gastar o seu tempo naquele dia que a sua cabeça está fervendo! Depois do almoço para muitos também pode ser um “tiro no pé”, pois com a barriguinha cheia as chances de bater aquele sono é certo. Portanto, separe a sua melhor hora, descubra quando você funciona melhor, e procure focar nos seus estudos nos dias que você estiver bem, pode ser o momento de acelerar aqueles conteúdos que você tem deixado para trás.

7. Não se preocupa em escolher um local para estudar:

Fuja de todos os lugares que possam te tirar do foco. Os ambientes em que você se distraí com facilidade ou que possa ser interrompido constantemente, só irão te levar ao fracasso. Busque ter o seu lugar típico de estudo e faça dele o seu santuário para concentração.

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8. “Vira” a noite e estuda como um louco, sem parar:

É necessário realizar pausas frequentes nos estudos para se concentrar. Não pense que estudar direto é o caminho para aprender tudo. Na verdade, quando se estuda continuamente e sem pausa, muitas vezes percebemos que a nossa concentração começa a vacilar, nesse momento você deve parar.  Ao fazer uma pequena pausa, e depois voltar a estudar, você “atualizará” sua capacidade de se concentrar. Outro fator importante, é que durante a pausa você faça alguma atividade física, como passear, tomar um ar fresco, enfim sair do ambiente de estudo.

9. Você termina os estudos e não reflete em relação ao conteúdo que foi estudado:

Fazer uma revisão após terminar os seus estudos é de sua importância para que o conhecimento seja consolidado. Pode ser que você descubra que esqueceu de algo ou que ainda existem dúvidas. Essa atividade irá te ajudar a retornar conteúdos que possam ficar para trás.

10. Tem uma visão equivocada do que é “estudar” e se “concentrar”:

Muitas pessoas pensam que estudar e se concentrar são atos eventos estáticos e, portanto, que não possam se aprendidos. Engana-se que pensa assim, pois estudar e se concentrar são habilidade que você pode desenvolver e aprimorar ao longo do tempo. Portanto buque entende sempre quais são as melhores formas de estudar e aprimore sempre. A cada dia que você desenvolver essas habilidades, melhor você vai ficar nas tarefas de estudar e se concentrar.

11. Sem vida social:

Muitas pessoas atribuem ao período de estudo a necessidade de um isolamento da vida social. Este é outro equívoco. Você deve sim tirar o sem tempo para os estudos, mas ter sua vida social preservada, manter aquele bate papo com os amigos, é essencial para que a sua saúde mental esteja bem, e que desta forma você possa estar mais predisposto para os estudos.

12. Estou estudando e não tenho tempo para atividades físicas:

Como relatado no item 8, sobre pausa, é importante fazer uma atividade física. Não adianta achar que o único exercício a ser feito é pensar, estudar, ler e etc. é importante deixar o sedentarismo bem longe da sua vida, pois além de fazer mal para sua saúde, não irá te ajudar em nada com os seus estudos. Fazer academia, correr, caminhar vai te ajudar muito na concentração. Portanto invista um tempo do seu dia para praticar uma atividade física.

13. Come mal:

Muitas vezes na correria dos estudos comemos mal. Isto sem dúvida não irá beneficiar os seus estudos. É importante abolir as longas horas sem se alimentar, os lanches rápidos, como os fast foods. Os seus hábitos alimentares também refletem nos seus estudos, portanto lembre-se de comer e com qualidade.

Então agora que você já sabe o que não deve fazer para perder a sua concentração e se dar bem nos estudos, mude suas atitudes, aposte no desenvolvimento das suas habilidades para estudar e mãos obras.

E agora? O que VOCÊ faz para se concentrar nos estudos? Deixe seus comentários!

Leiam as 13 não recomendações do blog no site Quora, aos quais adicionamos nossos comentários.
Metacognição e scaffolding – como entender uma frase.

Metacognição e scaffolding – como entender uma frase.

Prof. Mauricio A. P. Peixoto
Doutor em Medicina, FM – UFRJ
Professor Associado do Laboratório de Currículo e Ensino
Núcleo de Tecnologia para a Saúde (NUTES)
Universidade Federal do Rio de Janeiro

Olá!

Trago a vocês uma rápida apresentação que fiz no 55o. Congresso Brasileiro de Educação Médica (2017) em Porto Alegre. Ali apresentei de forma muito sintética algumas idéias sobre a metacognição em uma oficina intitulada “Metacognição e suas ferramentas”

Em post anterior (*) apresentei a primeira série de slides (Metacognição-Breve apresentação) da oficina. Neste post apresento a vocês outra série de slides (Metacognição e Scaffolding) que mostrei  sobre metacognição. Aqui, uso a maneira de entender uma frase difícil, como ilustração combinada do uso da metacognição e do “scaffolding”.

A metacognição é uma maneira de pensar sobre a sua cognição. Por isto ajuda a aprender, e em particular quando a tarefa cognitiva se mostra mais difícil.

O “scaffolding” é uma técnica de ensino em que o professor ajuda o aluno a pensar sobre suas tarefas de aprendizado, O “scaffolding” deve ser utilizado apenas como auxílio e quando ele não consegue resolvê-las. Deve ser interrompido logo que o aluno comece a caminhar com as próprias pernas.

 

(*) Metacognição – breve apresentação

Leia também:

A metacognição pode ser aprendida.

A Metacognição como Tecnologia Educacional Simbólica.

Como ensinar Metacognição respeitando o estilo de aprendizagem – Um exemplo de video-game (parte 1)